Os comunistas do Vale da Amoreira, reunidos em plenário no dia 18 e Março de 2012, analisaram e debateram a situação política e as decorrentes consequências económicas e sociais na nossa freguesia.
Nós, Micro e Pequenos Empresários estamos a sofrer as consequências de uma política injusta que a não ser travada, o futuro de muitos de nós estará em perigo.
Os partidos políticos que compõem o Governo, PSD e CDS, encheram a boca com a importância que as micro e pequenas empresas têm para o país, no emprego, na produção interna, e no tecido económico local e das regiões, mas esse discurso audível no período eleitoral esfumou-se completamente, não se verificando iniciativas ou medidas tendentes à defesa dos interesses das micro e pequenas empresas.
A grave situação económica e social do nosso país é sentida no Concelho da Moita de forma muito acentuada, particularmente pelos trabalhadores e camadas sociais de mais fracos rendimentos. Esta situação é o resultado da crise do sistema capitalista, agravada pelas consequências por mais de 35 anos de política contra-revolucionária e da aplicação do Pacto de Agressão, num esgotamento do País e da dignidade dos portugueses.
Passaram dez meses desde a assinatura do pacto de agressão, subscrito pelo PS, PSD e CDS-PP e o FMI, a EU e o BCE, com o apoio do Presidente da República, ao serviço do grande capital.
Dez meses passados, é cada vez mais visível que a concretização do pacto de agressão promove o aumento da exploração capitalista e das desigualdades sociais e o afundamento do País
A Célula dos Trabalhadores Comunistas da C. M. de Setúbal apela a todos os trabalhadores desta autarquia para que participem na Greve Geral convocada pela CGTP-IN para o próximo dia 22 de Março.
Contra o pacote laboral, o retrocesso social e civilizacional, contra a exploração e o empobrecimento, pela mudança de política, por um Portugal com futuro.
No âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2012, o Governo comprometeu-se a fazer até ao final do ano de 2011 o levantamento das situações que levaram à perda de produção de uva na Região de Setúbal, para aferir quem efetuou adequadamente o tratamento da vinha e quem não o fez.